Pesquisando outra coisa totalmente diferente encontrei este projeto incrível de walkalong de boa envergadura e munido de seis hélices que são só servem para embelezar, eu presumo, mas funcionam.
O material usado é o EPS (Isopor) cortado em uma lâmina finíssima (~0,6 mm) com cortador elétrico, já encontrei um tutorial muito bom para construir walkalong usando essa técnica em inglês, com vídeos e template em PDF. Estou trabalhando na tradução e vou postá-lo em breve. Com certeza o gargalo é o cortador elétrico, pois é um pouco difícil de construir, mas o resultado é esse ai do vídeo.
Outro vídeo mostra vários walkalong feitos com penas de pássaros, asas de borboletas e papel.
Blog dedicado ao mundo do aeromodelismo em geral. Sites, manuais, vídeos e matérias interessantes
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sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Marian Aero clube - indoor à elastico
Estamos vivendo numa era eletrônica e computacional, que materiais compostos, como fibra de carbono, fibra de kevlar, ou microtúbulos de carbono, tecnologia espacial/militar migra muito rápido para as mãos das pessoas comuns, desde de que munidas de certa quantia em dinheiro.
Aeromodelos com suporte a piloto automático, vídeo em primeira pessoa, telemetria em tempo real e outras tantas traquitanas, que quase sempre esquecemos de que aeromodelismo pode resumir-se a um prazer simples, mas nunca simplório, de pôr para voar pequenos modelos movidos a elástico feito em madeira balsa e entelados com papel de seda selado com dope.
Clubes com essa temática são um tanto incomum em terras Tupiniquins, pelo menos não tive o prazer de conhecer nenhum, mas há alguns em torno do planeta.
É o caso do Marian Aero Club, situado em San Francisco Bay, o site deles: http://marinaero.blogspot.com/
Algumas fotos e um vídeo tiradas desse site:
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Nature - aeromodelo 100% movido a energia solar - continuação
Ainda seguindo o tópico sobre a construção do Nature, modelo que faria uso de células fotovoltaicas para alimentar o motor, tópico original: E-voo.com
Aqui vai minha pequena participação no assunto, retirado no tópico original do E-voo.com:
Rivaldo Voador: Além caros e difíceis de encontrar, em série (necessário para chegar a uma voltagem aceitável) cai muito a capacitância dos monstros para 11F.
Com esses 30mA/h, caso fosse usar os tais capacitores, daria para manter o voo por menos de um minuto, não é? Iria adiantar em algo?
Rivaldo Voador: Esta ideia de usar baterias Lipos pequenas como carga parece mais viável, elas tem densidade energética muito superior a dos capacitores, ou estou enganado? São fáceis de encontrar e o circuito de carga não deve ser difícil de projetar.
Alexandre, me responde se esta ideia é muito fora da realidade: Se o conjunto bateria Lipo/células solares fossem usadas somente para retomadas de altitude.
Eu explico meu pensamento:
Um motoplanador somente usa o motor para tomar altitude, uma vez lá no alto, o piloto usa vários expedientes para mantê-lo o máximo possível no alto como planador (sem propelir o modelo com o motor).
Quando o planador perde altitude, o piloto liga a propulsão e retoma altitude e a brincadeira recomeça até a bateria acabar e modelo não conseguir mais manter altitude, não é assim?
Sinceramente, eu voo com Glow, ninguém do meu clube voa com planador, uma pena, pois tenho interesse nisso. Por esta razão não entendo nada sobre o assunto.
CONCLUSÃO: Você acha que poderia em condições normais de voo, manter o Nature no alto até as baterias regarregarem com as células solares? Depois usando as baterias e não as células, tomar altitude para mantê-lo em voo por mais tempo? Se isto funcionasse daria muita flexibilidade para voar, poderia voar o dia inteiro se quisesse, isto não seria possível? 
Talvez, um parkflyer com a configuração baixo custo não daria certo (vi em post do RCGroups que para manter a altitude de um planador de desempenho necessitaria de cerca de 55-60W/Kg!), mas um modelo que racionalizasse o uso das células solares poderia funcionar como motoplanador muito bem.
Desculpo-me antecipadamente por qualquer besteira que tenha escrito. 
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Estou esperando na torcida o desenrolar desse projeto.
O construtor confirmou o uso do motor HTX 5g de 2000KV e o triciclo de teste (ver o poste sobre isto aqui) pesa 150g, quase menos de 100 g da previsão RTF do modelo, talvez ele tenha que dar uma engordada no triciclo para usá-lo como plataforma de teste mais preciso. O legal é que ele disse que funcionou como carrinho, apesar de que motor tem que gerar uma velocidade mínima (velocidade de segurança, acima da de estol) para manter o voo.
| alexandre lopes escreveu: |
| sobre os capacitores (2x 6.3V 4700uF) realmente são pequenos para este projeto, o correto seria o uso de super capacitores 2,5V 55F, cinco em série daria 12,5V 30mah de corrente. |
Rivaldo Voador: Além caros e difíceis de encontrar, em série (necessário para chegar a uma voltagem aceitável) cai muito a capacitância dos monstros para 11F.
Com esses 30mA/h, caso fosse usar os tais capacitores, daria para manter o voo por menos de um minuto, não é? Iria adiantar em algo?
| ze_mayer escreveu: |
| a maioria usa uma bateria pequena ao invés de capacitores. mas pra isso precisaria de um circuito para carregá-la, e a tensão varia muito com a intensidade do sol. |
Rivaldo Voador: Esta ideia de usar baterias Lipos pequenas como carga parece mais viável, elas tem densidade energética muito superior a dos capacitores, ou estou enganado? São fáceis de encontrar e o circuito de carga não deve ser difícil de projetar.
Alexandre, me responde se esta ideia é muito fora da realidade: Se o conjunto bateria Lipo/células solares fossem usadas somente para retomadas de altitude.
Eu explico meu pensamento:
Um motoplanador somente usa o motor para tomar altitude, uma vez lá no alto, o piloto usa vários expedientes para mantê-lo o máximo possível no alto como planador (sem propelir o modelo com o motor).
Quando o planador perde altitude, o piloto liga a propulsão e retoma altitude e a brincadeira recomeça até a bateria acabar e modelo não conseguir mais manter altitude, não é assim?
Sinceramente, eu voo com Glow, ninguém do meu clube voa com planador, uma pena, pois tenho interesse nisso. Por esta razão não entendo nada sobre o assunto.
Talvez, um parkflyer com a configuração baixo custo não daria certo (vi em post do RCGroups que para manter a altitude de um planador de desempenho necessitaria de cerca de 55-60W/Kg!), mas um modelo que racionalizasse o uso das células solares poderia funcionar como motoplanador muito bem.
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Estou esperando na torcida o desenrolar desse projeto.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Visita ao Aero-Xerém em 08/10/2011
Fotos tiradas em minha visita ao Aero-Xerém em 08/10/2011.
Alguns destaques:
Eu voando de dorso e em baixa altitude.
Eu vindo para pouso numa curva fechada. Uma desvantagem da pista é que um dos lados (o da estrada) é obstruído por poste e fios de rede elétrica (a cabeceira da pista nesse lado é muito próximo da estrada), então quando o vento está naquela direção, é necessário voar paralelo à pista e vir para pouso numa curva fechada, errou perdeu a cabeceira da pista.
Vindo para pouso do lado fácil da pista (lado desobstruído - longe da estrada)
Momento da aterragem, consegui com panning captar a velocidade do modelo quando ele rola pela pista.
Todas as fotos da tiradas na visita:
Visita ao Aero-Xerém em 10/09/2011
Fotos tomadas na minha visita ao Aero-Xerém em 10/09/2011.
Eu tirei algumas fotos do morro em frente ao clube. Inclusive esta foto panorâmica:
Eu tirei algumas fotos do morro em frente ao clube. Inclusive esta foto panorâmica:
![]() |
| De Aero-Xerém 10/09/2011 |
Mais fotos:
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Nature - aeromodelo 100% movido a energia solar
Continuando escrevendo sobre o Nature, projeto do Alexandre Lopes, que propõe um aeromodelo movido a energia solar. O post original encontra-se aqui: E-voo.com
O projeto estava parado esperando um motor leve, econômico e com potência suficiente para levantar o modelo RTF com mais ou menos 260g (a previsão do construtor do peso final).
O motor chegou, no post não esclarece qual seria o motor, mas lendo o tópico acho que é esse:
O Alexandre construiu um triciclo como plataforma de testes da configuração células solares/motor/caixa de redução/hélice, cuja fotos estão abaixo:
Que carrinho bonitinho.
Observem que a direção é controlável por um servo.
Destaque do motor, aqui sem redução.
O construtor não mencionou, mas se o peso total do triciclo for próximo ao peso final do aeromodelo, a plataforma deve realmente funcionar para testar se o sistema vai propelir o Nature de forma satisfatória.
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domingo, 9 de outubro de 2011
Walkalong - como fazer um planador de voo livre controlado
Walkalong, já postei sobre este assunto antes. Encontrei um vídeo no Youtube que mostra um modelinho simples feito em dobradura de papel:
Nesse site há maiores informações sobre como fazer a dobradura: Instructables.com
A primeira vez que vejo essa técnica com voo outdoor.
Vídeo mostra a técnica de dobradura. Observem que ele usa uma placa bem grande de papelão (96Cm x 75Cm)
O vídeo não mostra nada de mais, um planador de voo lento e estável, sustendado pela força de ascensão gerada por uma placa de vidro ou acrílico que se vê imediatamente a frente e abaixo do modelinho. Quando o ar é obrigado a ultrapassar a placa inclinada (vidro/acrílico, poderia ser qualquer material) o fluxo de ar é obrigado a se comprimir e desviar gerando a força de ascensão que mantém o modelo voando. Walkalong, diz-se, porque o modelista tem que ficar andando atrás do planador para controlá-lo e mantê-lo no ar.
O vídeo abaixo mostra como dobrar um walkalong de papel
Nesse site há maiores informações sobre como fazer a dobradura: Instructables.com
No próprio vídeo não muita informação sobre a dobradura, além do vídeo em si, mas o papel que ele usou é do tamanho A4 (ofício normal), de preferência é bom usar papel sulfite que é leve e vinca bem. Na verdade o papel sulfite é excelente para fazer aviões de papeis, mas para walkalong não serve. O papel usado é uma folha de lista telefônica cortada (22x27Cm).
Para cortar a folha do tamanho apropriado basta medir a largura (22cm), segurar a régua sobre a folha e cuidadosamente forçar a folha contra a régua para cortar o papel.
Para cortar a folha do tamanho apropriado basta medir a largura (22cm), segurar a régua sobre a folha e cuidadosamente forçar a folha contra a régua para cortar o papel.
Já fiz alguns aviões de papel, então vão alguns conselhos:
1) Mantenha a simetria, quer dizer um lado tem que ficar idêntico ao outro;
2) Sempre vinque bem cada dobradura para que não se desmanche, eu usava a unha para vincar mais uma régua, também, pode ser usada;
3) Observe que uma dobradura sempre ajuda a marcar a próxima, dá para ver no vídeo que ele quando vira o avião, sente com o dedo onde está uma dobradura do outro lado e ali ele usa como referência para fazer a próxima dobradura;
4) No site ele aponta alguns detalhes importantes no avião, certifique-se de que o seu está igual;
5) provavelmente você não vai acertar de primeira, treine com algumas folhas;
6) Se quiser embelezar um pouco o modelo, pinte a folha antes de dobrar usando giz de cera preenchendo bem os desenhos, o resultado será aleatório, mas bonito, pois dará alguma cor.
Outro projeto semelhante de papel
O site onde se encontram as informações está aqui, inclusive como pilotar: Instructables.com
Vídeo do voo do modelinho:
A primeira vez que vejo essa técnica com voo outdoor.
Vídeo mostra a técnica de dobradura. Observem que ele usa uma placa bem grande de papelão (96Cm x 75Cm)
Estranhos designer de aeromodelos
![]() |
| Pitanguinha Tripano |
Encontrei no Youtube alguns designers de aeromodelos "bonitinhos" observem:
O primeiro vídeo é basicamente é um tubarão, onde a fuselagem é o corpo do tubarão, que sabidamente tem boa penetração fluidodinâmica e as barbatanas são as asas. Até que esse é bonitinho mesmo.
O segundo vídeo é uma "coisa" chamada de Frankenstein porque é feito de sobras de depron postas juntas de uma maneira aparentemente aleatória. Voa, mas é feio para burro!
O terceiro, fecha com chave de ouro! É um triplano, não tem pares de asas, mas uma asa maior de uma lado e duas menores do outro lado, aproveitadas de modelos lenhados. A empenagem é aproveitada de outro modelo lenhado, é óbvio.
A fuselagem é feita de galho de pitangueira, para mim é o ponto fraco do projeto, observei que ele é muito flexível principalmente próximo a empenagem, exatamente onde deveria ser muito rígido para proporcionar "o momento de cauda" adequado.
O modelo é quase incontrolável, no eixo lateral, ou seja, na arfagem, quer dizer ele não cabra, nem pica direito, porque o estabilizador horizontal, nem o profundor funciona direito pelas causas acima expostas. Percebam que o modelo rola adequadamente apesar de três asas! Pelo menos na minha humilde opinião.
Voando perigosamente
Tirei do Youtube mostras de algumas pilotagens, digamos que não deveriam ser tentadas nem por profissionais.
Os vídeos são muito legais e parabéns pela perícia dos pilotos. Sem críticas ou ataques pessoais a ninguém em particular. Show e diversão, mas vamos com segurança...
Lembrem-se aeromodelos não são brinquedos e quando mal pilotados/não observadas regras básicas de segurança podem causar danos ao patrimônio alheio, ferimentos graves a transeuntes, crianças ou ao próprio aeromodelista e até causa a morte de alguém.
Vídeo estrangeiro mostra aeromodelo voando pela estrada seguido por automóvel onde estava o piloto. Observem que motocicletas e carros vem pela mão contrária. Se por um erro de pilotagem/pane do equipamento o modelo acertasse algum deles produzia um sinistro.
Vídeo do Rio de Janeiro, mostra zagi voando por várias ruas do Fundão, seguida por carro. Observem o o motorista é também o cameraman. Segundo os comentários no próprio vídeo em alguns momentos chegam a 90 km/h! Em certo momento a zagi acerta um poste de iluminação, não porque o piloto seja ruim, pelo contrário, ele é muito bom, mas porque uma cidade é cheia de obstáculos aéreos, que a tornam impróprio ao voo de aeromodelos em condições normais. A zagi sobreviveu, era uma Iguaçu Hobby.
Vídeo mostra duas zagis voando, na descrição do vídeo não diz, mas pesquisei pelas pontos geológicos e descobri que o vídeo foi tomado na Avenida Pepe, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (olha o mapa abaixo). Após um belo voo na orla, tudo muito certo e seguro eles viram para o lado que ficam os prédios e uma das zagi erra o caminho (???) e acerta o 12º andar do Condomínio Leme, observe que nada aparentemente é danificado no apartamento, mas a zagi fica por um triz de cair da sacada. Se tivesse caído - é quase certo que tenha sofrido danos na queda e o piloto talvez não recuperasse o controle dela - então um aparelho de quase 1 kg cairia do 12º andar! Na cabeça de alguém ou em algo causando danos.
Exibir mapa ampliado
Uma última nota, percebo quem mora na Região Oeste ou Centro do Rio de Janeiro não têm boas opções de clubes/locais de voo. Eu moro em Belford Roxo (uma m**** em quase tudo) mais estou em vantagem em termos de opções de locais de voo e clubes de aeromodelismo em comparação a uma pessoa que mora na Barra da Tijuca. Ironias do Rio de Janeiro.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Solar Pleaser - aeromodelo elétrico com células fotovoltaicas
Não escrevi mais coisas sobre o Nature, o aeromodelo movido a energia solar, porque o criador dele não atualizou o post da construção no E-voo.com. Ele afirmou que está aguardando chegar um motor e hélice melhores para o projeto. Estou na torcida.
Envergadura: 104 Cm
O peso do modelo pronto para voar: 250g
Motor GWS com redução e hélice 10x4,7
Quanto a distribuição das células solares:
São 48 células fotovoltaicas. Cada célula prove no máximo: 2.05V e 0.214A (0,438W).
O construtor organizou as células em quatro séries perfazendo: 8.2V
Cada série é composta por 12 células em paralelo produzindo: 2.56A
Potência máxima gerada: 21W
Este é o MikroSol um aeromodelo comercial movido a energia solar, vou pesquisar mais coisa sobre ele e farei um post.
Enquanto isto estava pesquisando no próprio E-voo.com e encontrei um post que direcionava a outro post no RCGroups.com que descrevia um projeto de aeromodelo solar que voou, o Solar Pleaser:
Foto original do post: RCGroups.com
Envergadura: 104 Cm
O peso do modelo pronto para voar: 250g
Motor GWS com redução e hélice 10x4,7
Um modelinho bem leve com motor com redução para diminuir o consumo, nada demais.
Quanto a distribuição das células solares:
São 48 células fotovoltaicas. Cada célula prove no máximo: 2.05V e 0.214A (0,438W).
O construtor organizou as células em quatro séries perfazendo: 8.2V
Cada série é composta por 12 células em paralelo produzindo: 2.56A
Potência máxima gerada: 21W
Em outro tópico do RCGroups (se quiser lê-lo clique aqui) o pessoal afirmou que um motoplanador equipado com um motor brushless de alta eficiência exige cerca de 55-66 W/Kg para manter o voo, quer dizer, que se este calculo estiver certo o projeto do Solar Pleaser só precisaria de 15W, isto explica, porque o construtor afirma que conseguiu voar, mesmo com alguma dificuldade, num semi encoberto por nuvens e sem perder força para o receptor e servos.
Não encontrei nenhum vídeo no Youtube, mas o tópico é de 2003, então esse deve ser o motivo. Abaixo outras fotos do projeto:
Detalhe do motor, receptor e servos
Detalhe de como as células foram soldadas. Note-se que é intradorso da asa e a parte voltada ao sol fica no extradorso da asa, é óbvio.
Este é o MikroSol um aeromodelo comercial movido a energia solar, vou pesquisar mais coisa sobre ele e farei um post.
Site original: http://home.mainz-online.de/~sieghard.dienlin/
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